MÚSCULOS
Nos estriados as miofibrilas estão organizadas, nos lisos não. Nos estriados o sarcômero é constituído de actina, miosina, tropomiosina e troponina.
Composição corporal:
Massa de gordura corporal = sedentários > homens de 15% a 18 %
mulheres de 18 % a 22 %
Massa corporal magra = resíduos;
músculos (homens de 40 -50%, mulheres de 25 -30%)
ossos
Macroscópica:
endomísio = envolve a fibra
- conjuntivo: perimísio = envolve o feixe muscular
epimísio = envolve o músculo
- tendões : a continuidade dos três "mísios" os forma
- vascularização : as arteríolas e vênulas ficam entre os endomísios (entre as fibras)
- inervação : um neurônio pode inervar várias fibras, mas uma fibra só pode receber informações de um neurônio.
- órgãos sensoriais e proprioceptores :
# fusos musculares (informam o grau de estiramento do músculo)
# órgão tendinoso de Golgi (detecta alterações de tensão, faz o relaxamento após muita tensão)
# receptores de articulação (informam ao SNC o ângulo da articulação, e o grau de deformação ocasionada por pressão)
Miofibrilas: MIOSINA (filamento grosso) actina (filamento fino)
A miosina é dividida em meromiosina leve e pesada, na presença de tripsina.
TROPOMIOSINA E TROPONINA
Tipos de troponina : TPC / TPI / TPT C = afinidade ao Ca2
I = inibidora de actina e miosina, impede que elas se liguem
T = liga-se fortemente à tropomiosina
TIPOS DE FIBRAS
Contração lenta > CL (vermelhas)
Contração rápida > CR (brancas) possuem colágeno, dividem-se em oxidativas [glicolíticas] / glicolíticas / não - classificadas. As fibras lentas são as primeiras a serem ativadas num músculo, pois o motoneurônio das lentas é menor.
OB.: contração muscular vide JUNQUEIRA & CARNEIRO
HOTEL CHARRUA
*TRADIÇÃO * QUALIDADE * HOSPITALIDADE *
BIOENERGÉTICA OU TERMODINÂMICA BIOQUÍMICA
Estudo das alterações energéticas que acompanham as reações bioquímicas. Sistemas não biológicos podem utilizar calor como forma de energia. Os sistemas biológicos são isotérmicos e usam energia química. Nos não biológicos existe uma perda de energia, nos biológicos não.
l e i s
1) DURANTE A TRANSFORMAÇÃO DE UMA FORMA DE ENERGIA EM OUTRA, ELA SE MANTÉM CONSTANTE.
2) AS TRANSFORMAÇÕES DE ENERGIA OCORREM COM PERDA DE EFICIÊNCIA.
Fontes de energia : carbohidratos / gorduras / proteínas / etanol
* ácidos graxos essenciais * aminoácidos essenciais * vitaminas * sais minerais
Valores calóricos : carbohidrato= 4 Kcal/g gordura= 9 Kcal/g proteína= 4 Kcal etanol= 7 Kcal/g
Equilíbrio Energético Neutro = ingestão igual ao consumo
ESTÁGIO I: hidrólise das moléculas complexas até seus blocos constituitivos.
ESTÁGIO II: conversão dos blocos constituitivos em acetil CoA.
ESTÁGIO III: oxidação do acetil CoA (fosforilação oxidativa)
ATP : ribose + adenina + 3 grupos fosfato
ADP : quando o ATP perde um grupo fosfato e libera energia
ATP < == > ADP + Pi + energia (actomiosina ATPase) energia = 7,3 Kcal.
Fontes de energia : Sistema ATP-CP ou SISTEMA IMEDIATO
Sistema do Ácido lático ou SISTEMA A CURTO PRAZO
Sistema oxidativo ou SISTEMA A LONGO PRAZO
IMEDIATO : ADP + CP < == > ATP + CP
reabastecimento de ATP liberação de energia para a contração
CP : creatina fosfato, fornece o P pro ADP
ADP + ADP < == > ATP + AMP
ATP < == > ADP + P + ENERGIA CP < == > P + ENERGIA
CURTO PRAZO: Glicogênio (glicose) gera ATP + ácido lático.
LONGO PRAZO: (aeróbio) utilização completa de carbohidratos, gorduras ou proteínas para a produção de energia, tendo como subprodutos o CO2 e H2O.
METABOLISMO ANAERÓBICO
Utilização incompleta de carbohidratos para a produção de energia. Gera ácido lático.
A glicose só entra na célula (muscular, adiposa) na presença de insulina. O diabético de nascença é magro (sem músculo e gordura) pela falta de insulina - diabetes tipo 1.
Dentro do músculo a glicose transforma-se em glicose 6 - fosfato, depois frutose 6 - fosfato, depois frutose 1,6 - difosfato. Divide-se em dois, gliceraldeído 3 fosfato e dihidroxiacetona fosfato`. O 1º forma o ATP + ácido lático, o 2º forma triglicerídeo. Sai um fósforo do músculo e junta-se ao gliceraldeído 3 - fosfato, formando 1,3 difosfoglicerato. Essa substância libera um fósforo que vai juntar-se ao ADP e formarão ATP. Sobra 3 fosfoglicerato que em seguida transformam-se em 2 fosfoglicerato. Ele perde água e vira fosfoenolpiruvato, que perde um fósforo e transforma-se em piruvato, que por sua vez vira lactato. O lactato no fígado é transformado em glicose, fazendo o caminho inverso. A queima de músculo ocorre em situações de supratreinamento (acima dos limiares aeróbio ou anaeróbio / acima dos 100% de VO2) ou jejum muito longo.
Se um atleta estiver treinando despreparado (treino errado, má alimentação) também queima músculo. Se tiver muito nitrogênio na urina, a pessoa está queimando proteína.
Glicogênio ou gordura => ATP + CO2 + H2O
Produção de 36 ATP com uma molécula de glicogênio. Com a gordura depende do tamanho da cadeia, mas é quase sempre acima de 80 ATP. A gordura marrom é uma dúvida no ser humano, talvez só os esquimós a tenham, pois aparece em baixas temperaturas. A marrom tem mais energia do que a branca. É a marrom que alimenta os ursos hibernantes.
Nucleosídeos Trifosfatos:
ATP + NUCLEOSÍDEOS ~ P < ==> ADP + NUCLEOSÍDEO~P~ P
ATP + UDP < == > ADP + UTP (uridina trifosfato)
ATP + GDD < == > ADP + GTP (guanosina trifosfato)
ATP + CDP < == > ADP + CTP (citidina trifosfato)
SISTEMAS METABÓLICOS DURANTE O REPOUSO
Durante os primeiros dez segundos de atividade física, a fonte principal é IMEDIATO. Depois até dois minutos entra a CURTO PRAZO como principal. A partir daí predomina a LONGO PRAZO.
Se uma pessoa começa uma corrida , e depois de um tempo acelera, quebra o ritmo, dando início ao ciclo energético novamente: IMEDIATO / CURTO PRAZO / LONGO PRAZO.
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AQUECIMENTO |
TRABALHO AERÓBICO |
DESAQUECIMENTO |
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F . C . M . |
FREQÜÊNCIA CARDÍACA |
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100 % |
ZONA VERMELHA |
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85 % |
****ZONA AERÓBICA**** |
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75 % |
***TREINAMENTO****PESSOAL*** |
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**60 % |
ZONA NEUTRA |
** |
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0 % *FCR |
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* |
0 MIN. 10 MIN. 50 MIN. 60 MIN
* NÍVEL DE ENERGIA
SISTEMAS METABÓLICOS EM EXERCÍCIOS DE CURTA DURAÇÃO
SISTEMAS METABÓLICOS EM EXERCÍCIOS DE LONGA DURAÇÃO

Se a atividade física não "quebra a rotina", não provoca um desequilíbrio, não promove portanto a queima de gordura. É por isso que os estivadores são gordos.
Um aquecimento muito rápido libera muito lactato.
KARVONEN = 220 - IDADE = FCM
A freqüência de treinamento é entre a de repouso e a máxima.
Máxima - de repouso = freqüência de manipulação (é a freqüência que pode ser alterada com exercício).
FCT 60% = (FCM - FCR) X 0,60 + FCR
FCT 75% = (FCM - FCR) X 0,75 + FCR
FCT 85% = (FCM - FCR) X 0,85 + FCR
MODELO DE AVALIAÇÃO FUNCIONAL
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TESTES FUNCIONAIS |
ANÁLISE DOS DADOS |
ELABORAÇÃO DO PROGRAMA |
AVALIAÇÃO FUNCIONAL |
Avaliação : dobras cutâneas e resistências (exemplo)
Reavaliação : dobras cutâneas, resistência, força e flexibilidade.
Se for feita uma re-reavaliação precisamos usar todos os parâmetros. Ao se fazer a 3ª avaliação, podemos esquecer os dados da primeira.
PRINCIPAIS AVALIAÇÕES
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QUANTIDADE DE GORDURA RELATIVA AO PESO CORPORAL |
||
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MASCULINO |
FEMININO |
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ATLETAS |
5 - 13 % |
12 - 22 % |
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PESSOAS ATIVAS |
12 - 18 % |
16 - 25 % |
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PESSOAS NÃO - ATIVAS |
12 - 20 % |
18 - 32 % |
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PESSOAS OBESAS |
+ DE 20 % |
+ DE 33 % |
Ob.: estes dados são de 1989, os valores de porcentagem para atletas já estão em níveis menores, sendo normal a existência de mulheres com menos 9 % e de homens com menos de 5 %.
A teoria que afirmava existir uma relação entre estatura e peso não é mais válida.
INTENSIDADE DA ATIVIDADE FÍSICA
consumo máximo de O2 = 50 - 85 % do VO2 máximo
FT = % do treinamento + (METS máx./100)
IT = FT X METS máx. IT = METS
(MET) Unidade metabólica = 3,5 ml/Kg.min MET = VO2 máx./3,5
Freqüência cardíaca deve ficar em torno de 60 a 90 % da FCM.
Se a pessoa é obesa, o ideal é trabalhar em dois turnos, sendo 100 % no período mais ativo e 50 % no menos ativo.
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Nº de sessões |
SEG |
TER |
QUA |
QUI |
SEX |
SÁB |
DOM |
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3 VEZES |
FOR FOR |
-- -- |
FOR MED |
-- -- |
FOR FOR |
-- -- |
-- -- |
|
4 VEZES |
FOR |
-- |
MED |
MED |
-- |
FOR |
-- |
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5 VEZES |
FOR FOR |
FRA |
MED FOR |
FOR FRA |
MED |
FOR FOR |
-- -- |
|
6 VEZES |
FOR FOR |
FRA FRA |
MED MED |
MED MED |
MED FRA |
FOR FOR |
-- -- |
FRACO MÉDIO FORTE
FC = 60 A 70 % FC = 70 A 80 % FC %= 80 A 90 %
VO2 MÁX = 50 A 60 VO2 MÁX. = 60 A 70 % VO2 MÁX. = 70 A 85 %
Este programa não serve como lastro fisiológico. O lastro deve ser feito em 8 a 10 semanas antes do início do programa. O lastro é um período em que se trabalha num esforço de 40 a 50 %.
CÁRDIO - CIRCULATÓRIO / ESQUELÉTICO
Com os avanços tecnológicos a partir da idade média, o homem começou a tornar-se um ser estressado. O estresse (síndrome de adaptação) pode ser dividido em três fases de acordo com MIKAL (1976):
O exercício é um estressor físico. O sistema respiratório é o primeiro a se manifestar na situação de alarme, logo depois, o sistema cárdio-circulatório entra em ação, aumentando sua atividade. Durante a compensação existe uma fase de estabilidade que deve durar até o final do exercício. Se durante o exercício o ritmo for aumentado (desequilíbrio), o organismo volta às reações de alarme. Depois de um tempo volta `a compensação.
O nível da atividade física não deve atingir nunca a exaustão, pois prejudica o sistema cárdio - circulatório.
"......O estresse é a resposta do corpo a eventos reais ou imaginários que requeiram alguma resposta adaptativa e/ou produzam tensão." (ELIOT)
A determinação do estresse pode ser feita através de avaliações;
CLÍNICA E LABORATORIAL (feita por médico) / PSICOLÓGICA / NUTRICIONAL / FÍSICA
SPORTV ---- O CANAL CAMPEÃO
TIPOS DE COMPORTAMENTO
Pessoas do tipo A :
Precisam de atividade física para ajudar o corpo a relaxar. O exercício alivia a constante contração muscular.
Pessoas do tipo B:
BATIMENTO CARDÍACO
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Atividade |
Tempo |
Ativa (60 bpm) |
sedentária (80 bpm) |
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PACATAS |
± 30 % FCR |
15 HORAS |
78 bpm / 70200 bpm |
104 bpm / 93600 bpm |
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MODERADAS |
± 60 % FCR |
8 HORAS |
96 bpm / 46080 bpm |
128 bpm / 61440 bpm |
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ESFORÇO |
60 - 90 % FCM |
1 HORA |
162 bpm / 9720 bpm |
repouso / 4800 bpm |
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T O T A L |
24 HORAS |
126000 BPM |
158840 BPM |
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Diferença = 33840 bpm / dia
1015200 bpm / mês
12182400 bpm / ano
12182400
¸ 126000 (bpm / dia de pessoa ativa) = 96 dias.Uma pessoa sedentária precisa de um esforço cardíaco de 96 dias a mais por ano, em comparação à uma pessoa ativa. Em 36 anos uma pessoa sedentária vive 9 anos, 7 meses e 6 dias a menos do que uma pessoa ativa.
FALTA DE EXERCÍCIOS FÍSICOS : CONSEQÜÊNCIAS / BENEFÍCIOS E SOLUÇÕES.
Perdas das funções biológicas após os 40 anos (ou menos em caso de sedentarismo).
Estas perdas começam a ocorrer nesta idade e atingem seu ponto alto entre os 60 e 70 anos.
A pessoa após os 35 anos ganha em média 80 g de gordura por ano, mas a gordura pode demorar até dez anos para tornar-se aparente. Ao mesmo tempo em que se ganha gordura, perde-se músculo.
A atividade para ser válida como condicionamento, deve ser sempre trabalhada acima de 60% da capacidade cardíaca. Algumas atividades, como jogos eletrônicos, que elevem o batimento cardíaco, causam estresse.
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Capacidade de trabalho (%) |
queda de 25 - 30 |
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Débito cardíaco (%) |
queda de 30 |
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F C M (bpm) |
queda de 24 |
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PRESSÃO SANGÜÍNEA (mmHg) |
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sistólica |
aumento de 10 - 40 |
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diastólica |
aumento de 5 - 10 |
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RESPIRAÇÃO (%) |
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capacidade vital |
queda de 40 - 50 |
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volume residual |
aumento de 30 - 50 |
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Metabolismo basal (%) |
queda de 8 - 12 |
|
MUSCULATURA (%) |
|
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massa muscular |
queda de 25 - 30 |
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força de preensão |
queda de 25 - 30 |
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Velocidade de condução nervosa (%) |
queda de 10 - 15 |
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Flexibilidade (%) |
queda de 20 - 30 |
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OSSOS (%) |
|
|
homens |
queda de 25 - 30 |
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mulheres |
queda de 15 - 20 |
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Funções renais (%) |
queda de 30 - 50 |
CONSEQÜÊNCIAS DA FALTA DE EXERCÍCIO
A atividade física promove relaxamento e contração muscular, assim como ativa as reações enzimáticas que mantém a homeostase através do bom fluxo sangüíneo. As respostas cardiovasculares ao exercício serão dependentes do seu tipo, intensidade e duração.
As atividades para manutenção de saúde não precisam ultrapassar os 60 minutos, depois do lastro fisiológico. Um dos métodos de programa de treinamento é o "313", onde treina-se 3 dias, descansa-se 1 e treina-se mais 3 dias.
GREEN VALLEY, o whisky da garrafa vazia
Três efeitos principais ocorrem durante o exercício, e são essenciais para que o sistema circulatório possa suprir o enorme fluxo sangüíneo necessitado pelos músculos. São:
ATIVAÇÃO SIMPÁTICA DURANTE O EXERCÍCIO :
Essa vasodilatação localizada tem a função de elevar o nível de nutrientes do sangue no local que está sendo trabalhado.
DÉBITO CARDÍACO: (DC) : volume de sangue bombeado por um só ventrículo por minuto. É determinado pelo produto do volume sistólico (VS) do ventrículo pela freqüência cardíaca (FC).
O volume de entrada e saída de sangue no coração só aumenta de 30 a 40 %. Se for preciso mais sangue, a freqüência é aumentada.
DC = VS X FC
Volume Sistólico de Ejeção : quantidade de sangue lançada pelo coração em cada sístole.
A freqüência Cardíaca é determinada pela integração das células marca-passo aos estímulos que recebem de neurônios pós-ganglionares simpáticos e parassimpáticos. O aumento da FC derivado de atividade física é conseqüência da redução da estimulação parassimpática, simultaneamente ao aumento do estímulo simpático, junto com o aumento do nível de epinefrina (adrenalina) circulante.
FATORES QUE ACELERAM A FREQÜÊNCIA CARDÍACA
QUERO MINHA m t v
FATORES QUE DIMINUEM A FREQÜÊNCIA CARDÍACA
P R E S S Ã O S A N G Ü Í N E A
O aumento da pressão durante o exercício resulta principalmente do seguinte efeito: ao mesmo tempo em que as áreas motoras do sistema nervoso são ativadas para produzir o exercício, a maior parte do sistema ativador reticular do tronco cerebral também é ativada, o que inclui estimulação muito maior das áreas vasoconstritoras e cardioaceleradoras do centro vasomotor. Essas áreas elevam a pressão instantaneamente, para acompanhar o aumento de atividade muscular.
Após o exercício a pressão baixa nos primeiros 30 - 40 segundos, logo depois sobe um pouco.
Para saber a pressão normal de uma pessoa, é preciso medir a pressão 3 dias em uma semana, 2 vezes ao dia, em dias alternados. Os 3 valores aproximados serão os mais próximos da pressão real.
Após o exercício a pressão pode ser transitoriamente reduzida a níveis sub-normais, prova-
velmente porque os metabólitos acumulados mantêm os vasos musculares dilatados por curto período. Entretanto, a pressão retorna logo ao nível pré-exercício. A freqüência cardíaca retorna ao normal mais lentamente.
PROGRAMA DE EXERCÍCOS
Þ RESULTADOS
FASES DA PREPARAÇÃO FÍSICA
1) Período pré - preparatório:
a) fase de diagnóstico físico do atleta:
# identificação das qualidades físicas específicas do desporto em treinamento;
# aplicação de testes específicos das qualidades físicas identificadas para o desporto em treina-mento;
# avaliação do estágio físico do atleta através do estudo dos resultados dos testes aplicados.
b) fase de planejamento de preparação física:
# descrição dos objetivos físicos parciais para o final de cada fase de preparação física do chamado período preparatório;
# formulação dos programas para a preparação física geral e específica.
2) Período preparatório:
a) fase de preparação física geral :
Tem como finalidade a obtenção de uma melhoria considerável na condição física geral dos atletas, proporcionando um desenvolvimento harmonioso das capacidades físicas e técnicas do atleta. Nesta fase deve-se trabalhar:
- FORÇA
Þ força dinâmica- RESISTÊNCIA
Þ resistência aeróbica e muscular localizada (trabalho em 50% da carga máxima, de 20 - 50 repetições)- VELOCIDADE
Þ velocidade de deslocamentoA velocidade é sempre a última habilidade a ser trabalhada. Dependendo do indivíduo o primeiro fator desenvolvido será resistência ou força. Se a pessoa for muito debilitada muscularmente, devemos trabalhar primeiro a resistência.
Aliando-se a força e a velocidade obtém-se a força explosiva (potência).
O trabalho só de força atrapalha a velocidade , pois encurta os ventres musculares e atrapalha o deslizamento da actina e da miosina.
- FLEXIBILIDADE
Þ O alongamento não envolve articulação. A flexibilidade precisa da ajuda das articulações .Alongamento = elasticidade muscular.
Flexibilidade = elasticidade muscular + mobilidade articular.
É preciso flexibilidade, pois o trabalho de força aumenta o diâmetro das fibras, elas precisam ser flexíveis para não sofrerem rompimentos. Não devemos trabalhar flexibilidade após o trabalho de força, pois corremos o risco de causar estiramentos. Deve-se trabalhar a flexibilidade antes do trabalho de força.
- Agilidade
Þ utilização do corpo com grande habilidade para a mudança de direção.- DESCONTRAÇÃO TOTAL
Þ programa que envolva exercícios de alongamento e de flexibilidade.MEIOS DE PREPARAÇÃO FÍSICA:
b) fase de preparação física específica:
Contribui para o desenvolvimento das funções vegetativas e motoras do atleta, com ênfase nas qualidades físicas específicas da modalidade esportiva.
3) Período de competição:
Fase de manutenção física geral:
Tem como finalidade a manutenção da forma física obtida , sem que ocorram variações prejudiciais.
Pode-se dividir esta fase em duas sub-fases:
- sub-fase de pré-performance;
- sub-fase de performance.
4) Período de transição:
Diminuição da intensidade e do volume de trabalho, procura-se fugir da especificidade do desporto treinado . É normal a utilização de um esporte paralelo.
MUSCULAÇÃO: são os meios de preparação física utilizados para o desenvolvimento das qualidades físicas relacionadas com os músculos.
Na musculação pode-se encontrar alguns tipos de meios de desenvolvimento, os quais são identificados predominantemente pelas características das contrações musculares, sendo estes:
a) treinamento isotônico (encurtamento da fibra muscular);
b) treinamento isométrico (pouco encurtamento do ventre muscular);
c) treinamento isocinético (trabalho de antagonistas e agonistas);
d) treinamento com a utilização de máquinas especiais;
e) utilização de formas especiais.
ELETROESTIMULAÇÃO: forma especial de treinamento muscular isométrico, onde trabalha-se contra a resistência fixa. Na eletroestimulação, a contração muscular não ocorre devido a um estímulo comandado pelo SNC, mas sim graças a um impulso elétrico. O músculo pode ser levado à contração direta (os eletrodos são colocados diretamente sobre os músculos a serem estimulados) ou indiretamente (estimulando-se o nervo que serve o músculo).
MODALIDADES DE EXECUÇÃO (ANDRIANOWA, 1974)
Duração do ciclo de estimulação: 10 segundos
Pausa entre os ciclos: 50 segundos
Número total de ciclos: 10
Unidade de treinamento por músculo: 10 minutos
DOPING
Tentativa de um aumento não fisiológico da capacidade de desempenho do esportista, através da utilização de drogas pelo esportista antes ou durante uma competição e, no caso de hormônios anabólicos, também no treinamento (Confederação alemã de desporto, 1977).
É a utilização de substâncias do grupo de agentes proibidos( COI ).
A lista contém desde 1976, as seguintes substâncias:
1) Estimulantes psicomotores: ex.: anfetamina
2) Aminas simpaticométricas : ex.: efedrina
Ambos os dois tipos levam a uma desinibição psicovegetativa e aumento do estímulo. A sensação de cansaço é anulada. Introduz-se uma maior vigília, que influencia positivamente as seqüências motoras coordenativas. Aumentando a autoconfiança e a sensação de força física, aumenta o estado de espírito, torna a pessoa otimista e aumenta a disposição até a euforia.
3) Estimulantes do SNC: ex.: coramina, estricnina
Estimulam a reflexibilidade polissináptica através de bloqueio das sinapses inibitórias, na medida em que reprime competitivamente o transmissor glicina na medula. Aumentam a rapidez da transmissão nervosa.
4) Narcóticos e analgésicos: ex.: codeína
5) Esteróides anabolizantes: ex.: metadienon
Os anabólicos só apresentam todo seu efeito quando há simultaneamente estímulos de treinamento e alimentação rica em proteínas. Se faltarem os necessários estímulos, não ocorrerá formação de tecido muscular.
AQUECIMENTO
Medidas, que antes de uma carga esportiva, seja para treinamento ou competição, servem para preparação de um estado psicofísico e coordenativo-cinestésico ideal, assim como para a profilaxia das lesões.
Tipos:
Geral: os sistemas funcionais do organismo devem ser levados em conjunto a um nível maior de prontidão. Isto acontece através de exercícios, que servem ao aquecimento dos grandes grupos musculares.
Especial: específico para a prova ou modalidade, onde executam-se movimentos dos músculos diretamente relacionados aos mesmos.
O aquecimento geral deve ser realizado através de exercícios ativos (corrida leve ou exercícios de alongamento e soltura), que é seguido de aquecimento especial (específico) de pré-carga ou carga.
O aquecimento propriamente dito pode ser feito de forma ativa, passiva, mental ou combinado.
- ativa: executa-se na prática de exercícios e movimentos;
- passiva: duchas quentes, fricção, massagem. Utilizado como complemento das ativas, sozinho quase não contribui para o aumento do desempenho ou profilaxia das lesões.
- mental: seqüências motoras relativamente fáceis ou quase totalmente automatizadas.
- combinada: formas passiva e mental utilizada conjuntamente com a forma ativa.
FUNDAMENTOS FISIOLÓGICOS DO AQUECIMENTO
Aquecimento geral ativo: ocorrer um aumento da temperatura corporal interna que chega a cerca de 38,5ºC e 39ºC, é decisivo para uma série de parâmetros orgânicos:
- cresce a velocidade dos processos metabólicos com o aumento de temperatura. Com cada grau que a temperatura aumenta, pode-se detectar um aumento d e13% dos processos metabólicos, ou seja, aumento das atividades aeróbias e anaeróbias das enzimas, o que é de importância decisiva para a decomposição dos substratos. Ex.: numa corrida de fundo o metabolismo aumenta 20 vezes em relação às condições de repouso e numa corrida de curta distância chega a ser 200 vezes o valor normal.
- maior circulação do sangue com a abertura e dilatação dos capilares na região da musculatura que mais tarde irá trabalhar, proporcionando um melhor abastecimento de O2 e substratos, o que é pré-requisito para o aumento do metabolismo.
- a cronoxia (tempo que a corrente precisa fluir para desencadear um efeito de excitação) transcorre mais rapidamente quando a temperatura aumenta. Um aumento de 2ºC na temperatura corporal interna provoca uma aceleração de 20% na velocidade de contração.
- a acessibilidade dos fusos musculares são os principais receptores para a motricidade espinhal e determinam a forma decisiva da capacidade coordenativa.
* deixa de existir quando a temperatura dos tecidos é cerca de 15ºC- 20ºC.
* está 50% reduzida quando a temperatura é de 27ºC.
- os principais receptores da pele para pressão e tato não reagem mais a estímulos nas temperaturas em trono de 5ºC. Aos 20ºC, a pele só demonstra 1/6 da sensibilidade de 36ºC.
- o aumento da temperatura corporal também age no sentido da profilaxia de lesões , diminuindo a resistência elástica e viscosa da musculatura, ocorrendo uma diminuição do risco de rompimento de músculos, tendões e ligamentos e de lesões em movimentos esportivos , que exigem o máximo dos aparelhos locomotores ativos e passivos.
- o aquecimento geral aumenta a capacidade das articulações suportarem carga, aumentando a produção de líquido sinovial, com a qual a cartilagem articular hialina se embebeda, aumentando a espessura, o que leva a uma melhor absorção das forças de pressão.
- o aquecimento geral ativo leva a um aumento do volume-tempo cardíaco e respiratório, bem como da quantidade de sangue em circulação.
AQUECIMENTO ESPECIAL ATIVO
Para conseguir o equilíbrio ideal dos reflexos em relação à seqüência motora técnica de uma prova ou modalidade esportiva, deve-se cuidar, no aquecimento especial, que os exercícios de aquecimento sejam parecidos ou equivalentes aos exercícios objetivos no que se refere à estrutura dinâmica e cinemática.
O aquecimento especial deve ser ministrado gradualmente, aumentando progressivamente carga e aproximando do desempenho objetivado através de cadeia de carga (ativação/ pré carga/ carga) sendo estas condições prévias para um programa de aquecimento especial correto.
Efeito do aquecimento em dependência de diversos fatores exógenos e endógenos:
endógenos : idade / condição de treinamento / estado psicológico
exógenos : hora do dia / modalidade esportiva / temperatura
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