| Spartacus |
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Bailado em três atos. Música de Aram Khachaturian, coreografia de Yuri Grigorovitch. Estreou em 1968 no Teatro Bolshoi de Moscou. Estréia no Teatro Nacional de Brasília, Sala Villa-Lobos, em 7 de maio de 1968, na primeira récita do Ballet Bolshoi no Brasil.
Spartacus, morto em 71 a . c, foi chefe da revolta dos gladiadores contra Roma. Era trácio de nascimento e serviu nas tropas auxiliares do exército romano. Não querendo a servidão, desertou com um grupo de companheiros. Capturado, foi vendido em Cápula, e tornou-se gladiador.
Formou uma conspiração com seus companheiros e fugiu à frente de setenta homens, aos quais se juntaram outros escravos. Colocaram-se no Vesúvio, em uma posição estratégica, de onde saíam para vencer os destacamentos mandado contra eles.
O pretor Cláudio foi ataca-los mas vencido. Conseguiu a adesão de pastores e camponeses, atingindo, então, dez mil sob seu comando. Paulatinamente, crescia o exército de Spartacus, atingindo o máximo de setenta mil homens. A partir daí, as dissenções internas fizeram com que Spartacus sofresse um série de derrotas, e seu exército foi diminuindo.
regência do maestro e compositor também de bailados Ricardo Drigo.
Spartacus conseguiu atingir o Vale do Pó, pois pretendia deixa a Itália. No entanto, Crasso, enviado por Roma, foi, aos poucos, fazendo com que ele recuasse e voltasse para o Sul. Spartacus tentou em vão sublevar a Sícilia. Mesmo assim, ainda venceu dois generais de Crasso. Este último pediu auxílio ao Senado. Pompeu ocorreu em auxílio. Numa última batalha, Spartacus morreu heroicamente. Pompeu concluiu a campanha e recebeu todas as honras.
Personagens: Spartacus; Crasso; Frígia; Egina e Gladiador.
O resumo que se segue é o que consta do programa da estréia brasileira:
Primeiro Ato - A Invasão
As legiões do Império romano, comandadas pelo cruel e pérfido Crasso, trazem a morte e a devastação para a vida pacífica. Todos os seus cativos são condenados à escravidão. Entre eles está Spartacus.
Spartacus se vê privado de sua liberdade, mas não se abate. Orgulhoso e intrépido, o herói não imagina a sua vida na escravidão.
Primeiro Ato- EncantamentoEstamos nos jardins do palácio real, 16 anos depois. O rei proibiria, desde a profecia de Carabosse, fusos e agulhas em seu reino. Há uma dança em honra de quatro príncipes, que vieram da Inglaterra, da Itália, da Espanha e da Índia, a fim de pedir a Mão da Princesa Aurora. Cantalbutte, ao ver fusos nas mãos de alguns jovens, apressa-se a arrancá-los deles, lembrando a proibição real. Entram o rei e a rainha. O rei, ao ver os fusos, fica furioso, mas é acalmo pela esposa. Depois que os príncipes se apresentam, entra Aurora. Aurora é apresentada aos príncipes, seguindo-se o conhecido adágio da Rosa, quando a princesa dança com os quatro pretendentes. Depois, as danças das damas de honra e dos pajens. Uma velha encapuçada entra despercebida e oferece a Aurora um fuso de fios de várias cores. Aurora aceita, agita o fuso sobre a cabeça e espeta o dedo. Logo depois, cai ao solo. Ouve-se um estrondo, e Carabosse se revela como a velha, rindo triunfante e fugindo em seguida. A Fada Lilás aparece, manda que levem Aurora para o palácio e com sua varinha mágica, transforma o cenário numa floresta de árvores e flores. Segundo Ato- A visãoCem anos depois numa clareira na floresta à beira de um riacho. O Príncipe encantado com amigos. Quando estes se vão, o príncipe fica só e demonstra sua tristeza. Surge a Fada Lilás, a quem o príncipe conta seus desgosto. A fada, numa visão, lhe apresenta Aurora, e o príncipe se apaixona por ela. Dança com Aurora e outras fadas. Acaba a visão. O príncipe se queixa à Fada Lilás, que promote levá-lo ao castelo, onde a bela adormecida espera um beijo de amor. Terceiro Ato - O Despertar e o CasamentoO grande salão do rei, envolto em pó e telas e aranha, num abandono de um século. No centro do salão, um esquife e dentro dele, a Princesa Aurora adormecida. Entram a Fada Lilás e o Princípe. Este se aproxima da princesa e a beija docemente. Aurora desperta, e logo o salão se enche de luz, desaparecendo os vestígios de abandono. O esquife mergulha no chão, e o palácio ressurge em todo o seu esplendor. Todos despertam do sono de cem séculos. Segue-se a grandiosa cena do casamento. Desfilam todos os personagens dos contos de fadas infantis, com suas danças característica. Depois, o Príncipe Desiré e a Princesa Aurora executam um longo pas de deux. Concluído este, todos se juntam numa brilhante mazurca final, numa grande alegria. |