Aberdeen Angus

A Cabanha Santa Isabel, iniciou a poucos meses atrás seu plantel da raça escocesa Aberdeen Angus. Inicialmente foram adquiridas 2 ventres da variedade vermelha, denominado Red Angus.

Nossa intenção em criar animais Puros de Origem se baseia no desejo em manter o Aberdeen Angus com suas características fenotípicas originais, preservando seu padrão racial original. Em vista deste objetivo, a Cabanha Santa Isabel mantém em seu banco de sêmen genética de renomados raçadores da década de 70, além de novos reprodutores de origem escocesa e inglesa.

O plantel inicial se iniciou com aquisição de dois ventres Aberdeen Angus de variedade vermelha da Fazenda MC. O ventre nascido em 07 de maio de 2006, MC Fenda Polaca Canyon Chief TE 329, Fenda Polaca é por Buffalo Creek Chief 824-1658 em vaca ASD 290 Secreta Polaca. O segundo ventre que deu origem ao plantel Aberdeen Angus é a vaca MC Fera Sangue Grand Canyon TE 338, nascida em 25 de maio de 2006, por Leachman Grand Canyon 1244G em vaca Santa Maria 101Y Sangue A20 TEI, a qual é embrião importado do Canadá.

Em setembro de 2010 adquirimos mais um ventre Aberdeen Angus, RLL Bali Brigadier. Ventre de pelagem preta padreada por Pastoriza 565 Brigadier TE em vaca Supremo do Carumbé 969 (Casamu 1150-334 Moderado x Supremo do Carumbé 653). Bali foi adquirida do criatório de Marcelo Bastiani Pons, de Uruguaiana, vindo inseminada na estação de monta 2010 com SAV 004 Density 4336. Bali produziu uma terneira de pelagem negra de grande qualidade.

Santa Isabel 03 Aberdeenshire Derculich (Gue Glen Norte Regalon x MC Fenda P.Canyon Chief TE 329)

A linha de sangue a ser seguida nos ventres será definida, porém, seguramente um dos ventres será acasalado com animais negros de linhas sanguíneas antigas e sêmen de touros escoceses.

HISTÓRIA DA RAÇA ABERDEEN ANGUS

A raça Aberdeen Angus existe na Escócia há mais de 400 anos, foi desenvolvida no século XIX, no nordeste escocês, principalmente nos condados de Angus e Aberdeen. Sua origem é muito remota, em antigas esculturas estão representados bovinos mochos nesta região. O gado negro sem chifres é mencionado no século IX e no início do século XVI.

A mescla de todos os tipos locais em uma nova raça foi estimulada por dois grandes criadores, Hugh Watson e William McCombie, selecionadores nos condados de Angus e Aberdeen, respectivamente. A raça formada por eles e por seus vizinhos originou o Aberdeen Angus. O moderno Aberdeen Angus é um animal altamente especializado na produção de carne cujos ancestrais podem ser traçados a varias linhagens mochas do século XIX na Escócia. Originalmente ambas as linhagens, mochas e aspadas, eram criadas em Aberdeenshire.

Dentre as raças aspadas que formaram a raça são conhecidas o gado Brae ou Glen, a qual era criado nas partes mais altas de Aberdeenshire, estes animais eram de pequena estatura e de coloração negra ou parda escura. O gado Aberdeenshire era composto por bovinos de aspas longas, criados nas colinas do condado. Estes bovinos tiveram influencia dos bovinos Teeswater, que originou a raça Shorthorn, e o English Longhorn. Os melhores animais absorvidos por cruzamento destas raças eram encontrados em Fifeshire. Com o inicio do envio de gado para engorde na região de Norfolk estes animais se tornaram muito populares, porém, durante a segunda metade do século XVIII o gado mocho tomou seu lugar nestas tropeadas. Estes animais de pelagem negra, parda ou brazina se assemelhavam aos bovinos West Highland, porém de uma constituição mais pesada e mais precoce. A raça de Forfarshire, também um tipo de West Highland, foi absorvida pelo tipo mocho após 1835. Estes animais tinham aspas curtas, costelas profundas e pernas curtas, sendo a maioria de pelagem negra, às vezes com pequenas manchas brancas na cabeça e umbigo, animais brazinos, vermelhos, pardos e brancos eram vistos algumas vezes.

As linhagens ou raças mochas eram compostas principalmente pelos Buchan Humlies e pelos Angus Doddies. O Buchan Humlies era representado por uma linhagen separada do gado Aberdeenshire criada em Buchan. Eram animais pequenos, de membros curtos, mochos ou de chifres curtos que eram conhecidos por serem bons animais de carne e leite. A linhagem Polled Aberdeenshire ou Angus Doddies eram animais mochos, grandes e fortes, com peito profundo e corpo longo, pernas fortes, mas com costelas estreitas e quartos traseiros mal desenvolvidos. A coloração era negra, negra com algumas manchas brancas, vermelho escuro, amarelado, pardo ou brazinos. Estes animais eram conhecidos por seu temperamento calmo, eram menos rústicos que o gado Galloway, sendo levados para os pastos no verão e mantidos estabulados por seis meses de inverno. Durante a Revolução Industrial estes animais eram estabulados e engordados em confinamento para os mercados de Edimburgo e Glasgow, também eram levados para ser engordados para o mercado de Smithfield em Londres, para abastecer a Marinha e o Exercito inglês.

Originalmente apresentava muitas cores, porém, quando o comércio de gado entre Escócia e Inglaterra se tornou ativo no século XVIII, os animais de pelagem negra eram preferidos pelos compradores. Em vista disso os criadores passaram a selecionar seus animais por este padrão de pelagem. A pelagem negra era creditada por ser mais rústica, conforme a crença do povo Celta. Por muitas décadas os animais vermelhos foram desprezados e não inscritos no herd book inglês. Recentemente espécimes de pelagem vermelha estão sendo aceitos pelo livro de registro. De fato, o Red Angus ou a variedade de pelagem vermelha do Aberdeen Angus, tem origem no atavismo de um gene para a cor de pelagem, que a maioria das raças pretas escocesas possui. E mesmo rebanhos que possuem exclusivamente animais negros durante muitos anos, ocasionalmente ocorrem animais de pelagem vermelha.

Em 1523, onde eram numerosos rebanhos do gado negro “Humel” ou “Humble” (a palavra significa mocho), em Cutler, Condado de Aberdeenshire foram mantidos em estado puro até então. Após 1760, touros foram trazidos da Inglaterra, Países Baixos e sul da Escócia para serem usados no melhoramento deles e alguns fazendeiros iniciaram a seleção para certos padrões de pelagem. Os fazendeiros de Buchan preferiam animais negros ou negros com um pouco de branco no úbere, os quais acreditavam ser um sinal de vacas boas leiteiras.

No inicio do século XVII, quando a Escócia foi anexada à Inglaterra, produziu-se um ativo comércio de gado entre os dois países. Os animais preferidos no sul da ilha eram os pretos o que induziu os criadores a aumentar as invernadas desses mochos, eliminando os animais aspados.

Cupbearer


Justice

A nova raça teve o seu melhoramento no inicio do século XIX, usando os métodos de Bakewell e Collings, mas a precocidade e o marmoreio da carne do rebanho escocês não necessitavam de melhoramento. Gradualmente o tipo se tornou fixado como negro e mocho, embora o gene vermelho recessivo permanecesse com a raça.

Os mais importantes criadores destes bovinos durante os séculos XVIII e XIX foram William Fullerton, Lord Panmure, Lord Southesk e Alexander Bowie. Touros do rebanho Bowie da localidade de Kelly se tornaram os principais reprodutores para a fundação da raça Aberdeen Angus. Lord Southesk era conhecido por ter um rebanho descendente do gado mocho de pelagem cinza, a qual se acreditava ser originado dos bovinos Holandeses. Os touros de Bowie foram usados sobre o rebanho Southesk desenvolvendo os Aberdeen Angus iniciais.

O mais importante fundador da raça Aberdeen Angus foi Hugh Watson, cuja família iniciou a criar Angus desde 1735. Watson iniciou seu rebanho em Keillor no ano de 1808, mantendo-o fechado por 50 anos. O touro mais importante de Keillor foi “Old Jock”, e sua vaca mais famosa foi “Old Granny”, a qual produziu 29 crias em seus 36 anos de vida. Uma grande porcentagem do rebanho Angus pode ser traçada a estes dois animais.


Old Jock I


Pan of the Burn


Pride of The Tervie

Idelamere

O touro “Black Prince of Tillyfour 77” poder ser chamado de pai do Aberdeen Angus moderno e quase todos os animais da raça Aberdeen Angus tem este touro em sua genealogia, ele foi criado por Willian McCombie, um dos mais importantes criadores da raça no século XIX.

Um Herd Book foi estabelecido em 1862, inicialmente incluindo o Galloway, e por volta de 1867 a raça foi oficialmente reconhecida com o nome de Aberdeen Angus. Neste ano um novilho Aberdeen Angus ganhou a “Silver Cup” em Smithfield e a raça ganhou fama rapidamente, primeiro na França e durante os anos de 1870 na América do Norte, e também na Austrália e Nova Zelândia. De fato, a raça foi exportada para a Austrália por volta de 1820, mas não houve um completo estabelecimento pelos 30 anos seguintes.

Inicialmente era uma raça muito baixa, de pernas curtas e corpo do tipo bloco. Porem o melhoramento genético ocasionou um aumento da altura, comprimento e tornou a raça mais longilínea, especialmente nos últimos 30 anos nos Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia, através de cuidadoso processo de seleção. Mas isto hoje em dia esta mudando novamente, com a procura de um animal mais equilibrado, evitando os extremos de tamanhos.

O Aberdeen Angus se destaca entre as raças taurinas, por reunir um grande número de características que lhe asseguram um excelente resultado econômico como gado de corte.

Através de sua alta fertilidade, o gado Angus proporciona aos seus criadores um maior rendimento, tanto pelo número de terneiros produzidos, quanto pela quantidade de quilos obtidos por hectare.


Prince of Inca


A raça Angus apresenta uma precocidade, que, comparada com outras raças, sob as mesmas condições alimentares, atinge mais cedo à puberdade sexual, tanto em machos como em fêmeas, além de atingir o ponto de abate mais rápido.

A adaptação a condições ambientais adversas seja em temperaturas extremadas, altas ou baixas, solo seco ou alagadiço, campos altos ou abrigados, pastagens ricas ou pobres são inerentes à raça. Mesmo em situações adversas, as fêmeas produzem terneiros e os amamentam adequadamente, nem que para isto tenham que sacrificar parte de sua “gordura marmoreada”.

A raça é prepotente em cruzamentos com quase 100% da progênie nascendo com a pelagem negra ou vermelha e o caráter mocho. Os touros são ideais para ser acasalados com fêmeas de primeira cria, devido ao baixo peso ao nascer, gerando terneiros médios. A vaca Angus tem reduzido desgaste na parição diminuindo o intervalo entre partos.

A facilidade de parto da raça é renomada mundialmente, sendo esta uma característica que recebe alta prioridade em programas de seleção da raça. O criador de Aberdeen Angus da África do Sul tem um ditado que traduz bem isto; “Você pode dormir em paz, enquanto seus terneiros Angus estão nascendo”. A habilidade materna é outra característica reconhecida mundialmente.

O fator mocho, esta recebendo grande importância por parte dos criadores, onde o tempo e o trabalho não são facilmente disponíveis. As taxas de terneiros mochos filhos de touros Angus em vacas cruzas, é altíssima, pois o caráter mocho é dominante sobre o caráter aspado.

Devido a sua sólida pigmentação nos olhos, não ocorrem problemas com câncer de olhos ou outras doenças relacionadas aos olhos. Em regiões onde ocorre neve, Canadá, Estados Unidos, Suécia, Alemanha, não ocorrem problemas com o úbere das vacas, devido à alta pigmentação destes.

Esta é uma das raças o qual produz possivelmente a melhor carne do mundo, levemente marmoreada, suculenta e tenra. Este é um dos atributos excepcionais da raça e que lhe garante uma posição de liderança. A alta qualidade de sua carne é evidenciada através da opinião de autoridades do setor, e confirmada nos mais diferentes concursos realizados nos principais mercados produtores.

A perfeita e uniforme distribuição de gordura no tecido muscular lhe confere um aspecto muito atraente, carne marmoreada, e sabor singular. A importância dessa distribuição é exaltada quando da sua preparação: a gordura se derrete parcialmente pela ação do calor e impregna a parte magra, melhorando apreciavelmente seu valor, tornado-a tenra e apetecível.

VACAS NA ST FORT STUD (FIFE - ESCOCIA)
TOURO NA CHAPELTON FARM (CASTLE DOUGLAS - ESCOCIA)

O primeiro reprodutor Aberdeen Angus a entrar no Brasil foi o touro “Menelik”, em setembro de 1906, vindo do Uruguai e importado por Leonardo Collares Sobº, de Bagé, RS. Em março de 1914, o Visconde Ribeiro de Magalhães registrou 5 matrizes vindas da Inglaterra, registrando também o primeiro produto nacional, “São Paulo” HBB 9, importado no útero.

É uma raça muito popular, e foi exportada para muitos países. Na Argentina o Herd Book foi aberto no ano de 1879 e associação de raça em 1927. No Canadá o Herd Book foi aberto em 1885 e associação de raça em 1906. Países como Grécia, Finlândia, Alemanha. México, Japão, África do Sul, Namíbia, Paraguai, Irlanda, Nova Zelândia e Zimbabwe tem Livros de registro e associações de raça instalada.

No continente africano, a demanda por touros a serem exportados para Botswana, Namíbia e regiões do Oeste e Leste Transvaal na África do Sul, tem aumentado substancialmente em recentes anos.

Vários outros países também receberam bem a raça, incluindo vários na América do Sul se tornou a primeira raça exótica a ser importada para o Japão. No Reino Unido, a raça fornece 20% dos touros terminais para a indústria de carne inglesa. È uma das raças de corte mais criadas na Argentina, Brasil, Uruguai, Austrália e África do Sul, nos Estados Unidos é a primeira raça de corte em registros, tendo hoje o dobro do número de registros da segunda raça, o Hereford.

O Aberdeen Angus “new type”, tem sido re-importado dos Estados Unidos, Nova Zelândia e Austrália por alguns criadores britânicos para melhorar os pesos de carcaça no Reino Unido, combinando assim o aumento de tamanho e potencial de crescimento com a tradicional qualidade de carne escocesa.

Raça de tamanho mediano, sendo que os animais de genética americana e canadense possuem frame maior. Atualmente a Argentina está direcionando sua seleção para um animal mais compacto, com frame menor, portanto com maior precocidade de terminação e acabamento de carcaça mais rápido.

Atualmente a raça apresenta peso adulto entre 850 e 1.100 kg para os machos e 500 e 650 kg para as fêmeas. As fêmeas mediam em media 110 cm por volta de 1960, hoje com a grande difusão de animais americanos e canadenses as vacas medem ao redor de 125 a 127 cm, enquanto que os touros medem entre 135 e 140 cm.

Hoje a pelagem vermelha está sendo muito procurada e animais vermelhos são muitas vezes preferidos aos de pelagem negra. Embora os animais negros possuam uma maior base genética e muitas vezes sejam superiores em fenótipo.

Em muitos países o Aberdeen Angus tem sido usada para formar novas raças sintéticas. Nos Estados Unidos entrou na formação do Amerifax (5/8 Angus e 3/8 Frísio) em 1971, do Barzona (25% Africander, 25% Hereford, 20,8% Shorthorn, 16,7% Angus e 12,5% Zebu), Brangus (3/8 Brahman e 5/8 Angus), Hash Cross (Hereford, Angus, Shorthorn e Scottish Highland), Holgus (Holandês X Angus), Regus (Red Angus X Hereford), Okie (Touros Angus ou Shorthorn X vacas Jersey ou Guernsey), RX3 (50% Red Angus, 25% Hereford e 25% Red Holstein), Chiangus (Chianina X Angus), Africangbus (30% Africander X 70% Angus) e os comerciais Better Idea (50% Red Angus, 25% Hereford e 25% Pardo Suiço) e Watson (Hereford, raças leiteiras, Beefmaster, Red Angus, Red Holstein e Pardo Suíço).

No Canadá foram desenvolvidos os híbridos Beef Synthetic (37% Angus, 34% Charolês, 21% Galloway, 5% Pardo Suíço e 3% outras raças) e o Pee Wee (Angus, Charolês, Galloway e Hereford) na Universidade de Alberta.

Aberdeen Angus - África do Sul - Década de 50


Aberdeen Angus - África do Sul - Década de 50

Na Alemanha existe o German Angus ou Angus Alemão, na Jamaica o Jamaica Black (1/4 a 3/8 Zebu e 3/4 a 5/8 Angus). No Japão o Japanese Poll (Wagyu X Angus) e o Japanese Black. Na Austrália o Murray Grey (vaca Shorthorn branco X touros Aberdeen Angus) e o Wokalup (Brahman, Charolês, Holandês Frísio, Hereford, Angus) do oeste Australiano. Na Ucrânia foram desenvolvidos os compostos Volynsk (1/4 Aberdeen Angus, 1/4 Limousin, 1/4 Hereford e 1/4 Russian Black Pied) e Znamensk (62,5% Aberdeen Angus, 25% Charolês e 12,5% Simental Russo). O Azerbaijão formou o Azangus através do cruzamento de touros Aberdeen Angus com vacas zebuínas locais.

No Brasil existe o Ibagé, formado na estação Cinco Cruzes da Embrapa em Bagé, RS, o qual possui 5/8 de sangue Aberdeen Angus e 3/8 de sangue zebu.

Aliando fêmeas de excelente caracterização racial com touros de pureza racial e performance comprovadas, esperamos manter o fenótipo original da raça Aberdeen Angus, isto é, Aberdeen Angus com cara e tipo de Aberdeen Angus.

ABERDEEN ANGUS ORIGINAL POPULATION

A chamada `Original Population` é composta por animais nativos ou seja, com nenhum porcentagem de sangue importado de animais Aberdeen Angus de outros países. Os animais tendem a ter pernas mais curtas e corpo em forma de bloco. Geralmente são de pelagem negra, porem já estão ocorrendo alguns animais de pelagem vermelha, devido ao gene recessivo para esta pelagem que a raça carrega. O touro Dunlouise Excalibur Y070 possui o gene recessivo para pelagem vermelha. Existem ao redor de 150 fêmeas `Original Population` no Reino Unido, sendo a maioria encontrada no rebanho Dunlouise. Embriões Dunlouise estão sendo exportado a altos valores para Argentina, Alemanha, Austrália, Colômbia e Estados Unidos.

Animais com genéticos 100% escocesa fechada são encontrados também na Argentina, em especial nos animais oriundos da Cabana El Hinojo de Bru.

A Cabanha Santa Isabel possui em seu estoque de sêmen 2 touros classificados como Original Population, Dunlouise Excalibur Y070 e Dunlouise Commander Bond F160, e um touro com genética fechada escocesa em rebanho argentino El Hinojo de Bru. Estamos negociando sêmen de ao menos 3 touros de sangue 100% escocês fechado oriundos da Cabana El Hinojo de Bru, bem como embriões desta genética.

ANIMAIS DA DUNLOUISE FARM - JUNHO 2010 - FORFAR - ANGUS - ESCOCIA

Fotos:

Arquivo particular Cabanha Santa Isabel

Livro: Two Hundred Years of British Farm Livestock - Hall & Clutton-Bock

Livro: Rural Portrait - Polly Pullar

Livro: Catlle Breeds: An Encyclopedia - Marleen Felius.

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